| ProfilClau e Jú em Natal, RN, ...FotosBlogListen | Hilfe |
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01 Februar Natal ShoppingChegou a noite e resolvemos ir ao Natal Shopping. A turma da Mônica estava por lá em bonecos gigantes e uma exposição das casas dos personagens. Na praça de alimentação, onde fomos comer, música popular brasileira ao vivo e, engraçado, o povo estranhando japonês. É, a certa hora eu mostrei à Claudia que várias pessoas paravam e ficavam nos olhando. É como se nunca tivessem visto japonês na vida! Engraçado. Brinquei até que iria cobrar cada olhadinha, cada comentário.Uma parada na Praia dos ArtistasVolta para o hotel e paramos na Praia dos Artistas, shopping de artesanatos. O tempo foi curto, mas deu para a Clau comprar umas roupinhas básicas. No hotel a Aline estava meio triste: não encontrara a Ana Cristina e voltara com o presente para trás...Parque aquáticoVoltamos para o Ma-Noa. Procuramos um lugar mais próximo às atrações infantis para que as crianças se divertissem. Fomos procurar nossa diversão. Escorregamos de bóia, caímos, chamamos as crianças. Depois peguei um tobogã. A descida é tão rápida e acentuada que a sunga entra na bunda! Também demos uma passeada e fotografamos no bar molhado, frente a quedas d´água, nos brinquedos das piscinas infantis. A Clau se divertiu com minhas poses, palhaçada pura! A Clau também encomendou algumas garrafas com trabalho em areia. Observamos o artista enquanto terminava o nosso trabalho. Tem que ter paciência. A técnica, quem sabe, até pode não ser tão difícil, mas que tem que ser paciente, isso tem!FotosAlém da nossa câmera, que fotografa debaixo d´água, um dos orientadores era fotógrafo. Trabalhava com uma bela digital, fotografando quem estava por perto ou quem já o convocava para registrar o momento. Fotografamos. Eu, ainda com dificuldades, não consegui sair bem ao lado da Clau. Além dos peixes e corais, gaivotas sobrevoavam a plataforma. As pessoas jogavam pedaços de peixe para o alto e elas pegavam no ar! Também tentei registrar isto. Quase na hora de voltarmos, a Aline e o Felipe foram até mais longe, acompanhados por um dos mergulhadores.DificuldadeEu não me adaptei aos petrechos de mergulho. Não conseguia respirar direito com aquela máscara e tive até dificuldade para nadar. A certa hora, depois que as crianças finalmente resolveram ir para o mar, vieram logo se apoiar em mim. Eu não consegui ficar ali com eles. Parecia que ia afundar. Como eles estavam com bóias, voltei rápido para a plataforma. O melhor era eu colocar uma bóia também. Coloquei e voltei para a água.PlataformaSete quilômetros mar adentro, o barco encostou numa plataforma de apoio. Pouco antes o capitão havia nos orientado sobre o uso da máscara e do snorkell. Guardamos nossos pertences em pequenos guarda-volumes e fomos para a beirada da plataforma. Eram muitos peixes coloridos! Os orientadores ainda nos forneciam pequenos peixes e camarões para que segurássemos e os peixes viessem comer na nossa mão. A princípio ficamos apenas observando. A dúvida e o receio maior para mergulhar era os peixes tocarem no corpo. Já fui mostrando que não tocavam. Ao contrário, eles fugiam das pessoas. Aproximavam-se apenas quando havia alguma isca. Mergulhamos, finalmente. A visão lá embaixo é linda, tanto dos peixes quanto dos corais.Caminho do marEnquanto esperávamos o barco se encher de gente (capacidade de 35 pessoas), comemos um pouco do lanche que recebemos. A cada pessoa um saquinho com banana, suco, biscoitos. Um desjejum a quem não tivera tempo no hotel, ou a quem ainda estivesse com fome... Além deste saquinho, carregávamos também a máscara e o snorkell para o mergulho, recebidos junto com o colete salva-vidas. Começamos a navegar. Fomos orientados a ficar mais no meio do barco por estarmos com as crianças. Enquanto íamos, vez ou outra a água espirrava em alguém que estava mais na ponta do barco e o piso enchia-se, molhando nossos pés.Chegada a Ma-NoaChegamos ao parque aquático Ma-Noa, onde passaríamos o resto do dia logo depois do mergulho. Lá, na recepção, um banner já complementava o que o guia nos dissera: “O paraíso existe e está aqui no Caribe Brasileiro”. Uma outra placa nos informava sobre as condições do vento, luminosidade, altura da maré e transparência da água. Compramos os ingressos para o barco catamarã e fomos dirigidos à praia. Após a colocação dos coletes salva-vidas, o caminho era até o barco. Desta vez, porém, nada de passarela de madeira como no passeio aos mangues. Era a pé mesmo, ondas adentro. Está certo que o barco estava a pouquíssimos metros da praia, mas a água estava fria àquela hora da manhã, além de estarmos carregando pertences. Fomos um dos primeiros a entrar. E ficamos esperando o barco se encher. Acordar mais cedoAcordar cedo para os passeios já estava normal, fazendo parte da rotina. Chegamos na quinta-feira, porém, e o cedo virou mais cedo. Era o dia do mergulho. O ônibus nos pegaria no hotel às 6h20. Mas acordamos e ainda deu tempo de tomar o café. A Aline estava na esperança de encontrar com a Ana Cristina, sua grande amiga, uma de nossas guias. Levou a sacola d´O Boticário com seu presente. Outro guia. Falou-nos de Maracajaú, uma bela enseada com praias selvagens, águas claras e tranqüilas. Explicou-nos sobre os parrachos, uma formação de corais a 7 quilômetros da costa, onde iríamos mergulhar. Explicou sobre o mergulho, com ou sem o cilindro de oxigênio. Os que quisessem mergulhar com o cilindro teriam que passar por quarenta minutos de instruções e, claro, pagar mais pelos equipamentos e pela “aula”. E fomos, mais uma vez rumo ao norte do Estado.17 Januar Volta para casaOps! Volta para o hotel! Depois do almoço foi só voltar. O Maninho já havia nos avisado que voltar um pouco mais cedo era melhor: menos fila para as balsas. Quanto mais tarde pior. Às vezes se espera mais de uma hora para uma travessiazinha de dez minutos... Numa das filas, buggy parado, veio em nossa direção um garoto com um jeguinho preto. Eu já saquei a câmera. - Quer fotografar, tio? Pensei rápido e respondi: - Não, não... Agora explico: turista lá naquelas terras paga TUDO. Quando pegamos barquinho para atravessar o rio, fronteira com a Paraíba, pagamos a mocinha que nos acompanhou. Quando pegamos o camaleão, pagamos. Quando perguntei, lá no meio das dunas, sobre um lugar para fazer xixi longe das vistas de outros, a resposta foi "ah, é logo ali na frente! 50 centavos só!" Voltando ao jeguinho, eu certamente teria que pagar por uma foto tirada com minha própria máquina. Ah, mesmo que fosse apenas R$ 1, chega, né? Dê um descanso aí! Logo que o menino continuou a caminhar pela fila de carros, virei para trás e click! À frente o melhor point dos CD´s genéricos. Ha! Ha! Ha! Ha! Depois balsa... E mais fotos. Parada para o almoçoA fome bateu e fomos almoçar.
Ali, logo na porta, um garoto já nos apresentava a foto do buggy, lá naquela descida onde vi o guarda-sol à nossa direita. A comida demorou um pouco. Enquanto esperávamos e enquanto comíamos, vendedores das lojinhas do lugar vinham nos abordar e oferecer redes e toalhas de mesa feitas à mão. Peças bonitas, mas caras. É sabido que se negociar consegue-se um preço melhor. Mas não compramos nada. Ficamos apenas com a foto do buggy, por fim. EsquibundaSó um pouquinho a mais de carro e chegamos a outra atração das dunas: esquibunda. A subida é de carrinho. A descida é sentado numa prancha de madeira. A Clau ficou só para fotografar. Subimos apenas eu, a Aline e o Felipe. Também é bom, mas penso que deveria vir antes do aero-bunda. Sabe, deixar o melhor para depois? Depois da diversão, mais fotos no cenário de Tieta do Agreste. Aero-bundaMais dunas brancas depois e chegamos ao famoso aero-bunda. A Clau, que não gosta de altura, estava com vontade misturada com medo. Mas foi. Todos fomos! O negócio é assentar-se numa cadeirinha e os caras soltam você lá pra baixo. Vôo, bunda n´água e aquela sensação maravilhosa de liberdade e diversão. A gente cai na água e nada até uma jangada que nos leva de volta à margem. A subida pode ser a pé ou de carrinho. Cada um de nós aproveitou a atração duas vezes. Fotografamos e filmamos. Lá também o pessoal fotografa a gente. É claro que todas estas fotos são vendidas a quem interessar, depois. O Felipe saiu da diversão um pouco chateado. Por ser leve, não bateu a bunda na água. A Aline só não teve a mesma frustração porque desceu no colo de um dos monitores da brincadeira. Muito bom! Uma pequena cachoeiraContinuamos. Mais à frente uma pequena ponte de madeira, e mais um pequeno trajeto. Dunas e mais dunasO Maninho pediu para que eu colocasse a Aline no colo. Agora viria a emoção das dunas! Sobe, desce, sobe e desce! É claro que a emoção não foi daquelas enormes, afinal estávamos com crianças. Mas foi muito bom! Areia e mais areia branca, um pouco de vegetação, coqueiros. Numa descida, a mais acentuada, um guarda-sol à nossa direita. Não sabíamos, mas o cara estava fotografando cada buggy com turistas que passava por ali. Dunas! As crianças gostaram. A Clau também. Eu nem preciso dizer. Era o passeio que eu mais esperava. Lagoa de PitanguiA parada seguinte foi a Lagoa de Pitangui. Local agradável, com peixes muito pequenos logo ali, frente aos seus olhos. Quando entramos na água, fogem! O Felipe e a Aline, após mais uma camada de protetor solar, não queriam de forma alguma entrar na água. Estavam com medo dos peixes. Foi difícil mostrar que os peixes é que têm medo de nós e fogem. Depois entraram. Mergulhamos um pouco naquela água. Sentei à beira da lagoa. Achei um pedaço de pão, um pouco duro é verdade, mas que serviria para atrair os peixinhos. Segurei em minhas mãos e fiquei quieto. Os peixes, devagar e não observando movimento em minhas mãos, começaram a chegar e beliscar o pedaço de pão. Permaneci calmo. Eu queria é pegar um deles. Consegui! E depois mais um! Muito legal! É fácil, fácil, um adulto voltar a ser criança! Fotografamos depois num barquinho a vela exposto por ali. Agora era ir embora porque muita coisa ainda haveria pela frente. Mais uma paradaDescemos a duna e fomos beirar a praia. Mais uma balsa e esta pequena, sem motor, para apenas um automóvel. Paramos mais à frente para um banho de mar. A Aline quis uma "ula-ula". A diferença em relação à primeira era o creme de leite. A primeira tinha, esta não. No local experimentamos um espeto de lagosta e compramos duas obras de arte: macacos esculpidos no côco. Dentro do côco, cachaça. GenipabuChegamos a Genipabu, nas famosas dunas de Genipabu. Subimos. De um lugar alto, avistamos a Lagoa de Genipabu. Fotografamos, claro! Um rapaz veio lá do outro lado com um camaleão nos ombros. Perguntou se gostaríamos de segurar. Mais uma vez, eu e o Felipe! A Aline queria mas ficou com medo. A Clau, decidida, nem pensar! Mais à frente os dromedários. Estão lá, à disposição para um passeio de dez minutos ao singelo preço de R$ 25 cada lugar. A mulher que vendia os ingressos anda com uma bolsinha na cintura de onde só sai nota de cinqüenta. Melhor dizendo, onde só ENTRA nota de cinqüenta! Decidimos, eu e a Clau, não passear de dromedário. Deixamos para as crianças, o que já era muito. Pedimos emprestados apenas alguns turbantes para as fotos. Sabe como é, né? Clima de deserto, paisagem de deserto, bicho de deserto... Visual de deserto: turbantes! Quando o dromedário saiu do chão, para levantar-se, e quando foi para o chão, para sentar-se, é que as crianças tiveram medo de cair. O passeio em si deve ter sido bom. Outro inconveniente é o cheiro dos bichos. Fedem! Continuamos dali. Mais dunas viriam! Dia de buggy!Chegamos ao que eu mais esperava: o dia do buggy, o dia das dunas. O "bugueiro" chegou cedo ao hotel e nos apresentamos. Como escrevi lá atrás, cada "bugueiro" tem seu apelido e o deste era Maninho. Saímos, desta vez rumo ao norte do Estado. Praia dos Artistas, Praia do Meio, Praia do Forte e chegamos à balsa. Atravessamos o rio Potengi até Redinha. A Redinha é ainda praia de Natal. Seguindo-se rumo ao norte, a Redinha faz divisa com a Praia de Santa Rita, já no município de Extremoz. A origem do nome está nas diversas pequenas redes usadas pelos pescadores da região e que, após a pescaria, ficam expostas próximo à praia. Maninho também nos explicou outra história: o Rio Potengi é o principal do Estado do Rio Grande do Norte. O nome Potengi, na tradução do tupi-guarani para o português, significa Rio Grande. Seu nome deu origem à Capitania do Rio Grande e, posteriormente, à Província e ao Estado do Rio Grande do Norte. Sua nascente está localizada no município de Cerro Corá e sua foz no município de Natal, onde desemboca no Oceano Atlântico. Bom andar com quem sabe, né? Shopping do artesanatoAtravessamos a rua e chegamos aos artesanatos. As lojas de camiseta apresentavam cada tema de dar risada. Compramos algumas. Aline e Felipe se divertiam com novidades como uma daquelas ampulhetas cujo líquido sobe ao calor da mão, ou como uma cadeira-balanço. Vimos bonecos de barro, compramos um caranguejo-cinzeiro. O Felipe queria aquela recordação de que havia pego na mão um de verdade. Lá embaixo, no centro do shopping, um grupo de homens cantava músicas regionais. Algumas conhecidas, como Fagner: "quem é rico mora na praia, mas quem trabalha não tem onde morar..." A Clau ainda comprou roupas para a Sueli, minha sogra do coração, e ainda tiramos fotos como Lampião e Maria Bonita. Chegamos no hotel aproveitando o ônibus do Praia Shopping. Ainda fizemos algumas graças antes de dormir: poses para mais fotos. E fomos descansar! Show não, shopping!Chegou a noite. No pacote de passeios que havíamos comprado, haveria um show na noite de terça. Show regional Zás-Trás, uma noite típica das tradições regionais com espetáculo de dança e da cultura nordestina. Não fomos por opção. Além de estarmos cansados e de sabermos que o final do show era previsto para mais de meia-noite, a Clau queria visitar algum shopping de artesanatos. Sabíamos que a Aline e o Felipe também não agüentariam segurar o sono até tarde. Fomos de taxi e ficamos no Praia Shopping. Ao lado dele, o Shopping do Artesanato Potiguar. Demos uma volta pequena pelo Praia Shopping. Na entrada encontramos o Papai Noel. A fome estava grande e fomos comer. Depois disto fomos acessar a Internet. Era necessário consultar as movimentações bancárias... A Aline adorou a Ana Cristina, uma de nossas guias. Só falava nela! Resolvemos então comprar uma lembrança para aquela nova amiga tão querida. A Clau entrou numa loja d´O Boticário e, como as crianças não paravam, resolvi deixá-las entrar numa livraria. Ali ficariam um pouco entretidas. Ao ponto de apoioPassamos por mais tanques de criação de camarão. Vimos também as casas de veraneio. Chegamos na Barraca do Baiano, Pousada, Bar e Restaurante. O Felipe e a Aline foram se divertir na piscina enquanto esperávamos o almoço. Eu ainda estava comendo quando a Clau sumiu. Pensei que ela fora ver a praia do outro lado. Quando as crianças me perguntaram da mãe pedi que elas a procurassem. Não acharam e voltaram para a piscina. Quando terminei meu almoço fui ver a praia. Mais uma beleza! Fotografei mais, mas nada da Clau. Dei meia volta. Ah, ali, do meu lado esquerdo! Só poderia estar ali: uma lojinha! Batata! Fazendo umas comprinhas básicas... Depois das compras, aí sim, fomos para a praia. Vimos o encontro de um rio com o mar. Lagoa de água doce de um lado, mar do outro. Pedras e um pouco de vegetação separavam os ambientes. A Clau começou a brincar comigo e eu fiz algumas poses para fotos. As crianças continuaram na piscina até a hora de irmos embora. Os meninos que vendiam cocadas eram simpáticos e felizes. Ofereciam, vendiam ou não, desejavam boa viagem aos passageiros dos ônibus. Na volta a Aline nem dormiu. Ficou assistindo "Lisbela e o Prisioneiro", toda concentrada. A Ana Cristina, nossa guia, e eu achamos graça e fotografamos a pose. A praiaChegamos à praia. O barco encostou e o capitão disse que poderíamos mergulhar ali. Embora próximos da areia, a profundidade era grande, de dois a cinco metros. Deixamos para depois. Caminhamos pela areia até o outro lado, até uma outra praia. No caminho passaram por nós várias pessoas com o corpo lambuzado de lama preta. Hidratante rejuvenescedor, segundo os nativos. Lá do outro lado, curtimos um pouco o mar, fotografamos mais e também dentro da água, e experimentamos a famosa "ula-ula". A "ula-ula" pode ser com ou sem bebida alcoólica. Pedimos sem álcool. Eles abrem um abacaxi, amassam como se estivessem fazendo uma caipirinha, e acrescentam leite condensado, groselha, creme de leite e gelo. Misturam e está pronto. Uma delícia! O Felipe e a Aline brincaram na areia. Uma mulher ofereceu bijuterias, artesanato. Quando voltamos para o barco mergulhamos, eu e a Clau. Realmente é fundo por ali, mesmo a dois metros da areia. Ótimo! CaranguejoBem, paramos na margem do rio. O terreno era escuro, acinzentado, com a consistência de lama. Era lama! Fomos convidados à terra. Veríamos um pescador capturando um caranguejo. Nem todos desceram do barco. Os mais curiosos sim, claro, e eu entre eles. A Clau e as crianças também desceram. O lugar era ruim de pisar. As raízes misturavam-se à terra e as pisadas eram sempre incertas. O pescador mostrou como encontrar os locais em que se escondem os caranguejos. Deixam um buraco por cima, mas estão cerca de um metro abaixo. É necessário cavar. Cavou e cavou. Deitou-se no chão e procurou com a mão. Cavou mais e repetiu a procura. Achou! Depois de um banhozinho, o pescador ofereceu o bicho para quem quisesse pegar. Explicou que o caranguejo macho tem pernas peludas, dois pênis e um desenho no corpo que parece uma mulher. A fêmea tem pernas "depiladas" e anda na ponta dos pés. Eu e o Felipe pegamos. Eu, quando fui pegar da mão de um outro cara, não conseguia colocar meus dedos no local correto. O caranguejo escapou e o pescador veio ajudar. Mas, no final, tudo bem. Fotografamos e ficamos felizes. Rio CurimataúO ônibus nos deixou para que pegássemos uma embarcação. Navegamos pelo rio Curimataú, um rio de água salgada e vimos os manguezais, vegetação característica da região. Os manguezais povoam a costa de muitas zonas tropicais e subtropicais do mundo. São florestas compostas de árvores chamadas mangues. Devido ao seu desenvolvimento em zonas com abundância de água, o ecossistema gerado por estas florestas é conhecido como terras úmidas. Resistentes ao sal, os mangues habitam as margens do mar, em zonas de estuário. As árvores, que têm uma lenha muito apreciada, costumam ter parte de seus troncos e suas raízes sob a água. As árvores produzem nutrientes que permitem o florescimento de grande quantidade da vida aquática, terrestre e aérea. Conversei com o capitão e ele me permitiu "dirigir" um pouco aquele barco. Embora eu não entenda de barcos, sempre gostei deles. Sempre gostei de portos, embarcações, Marinha. Se eu tivesse entrado para as Forças Armadas, meu sonho era a Marinha. Que coisa pequena era estar ali, num simples barco, mas que coisa maravilhosa, por outro lado! |
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